Realizou no passado dia 18 de novembro, pelas 21.15 no Centro Paulo VI, a 2ª. Sessão de Escola do Ano Pastoral 2024/2025, em que foi palestrante o Presidente do Secretariado Nacional do MCC, Joaquim Mota, que apresentou o tema - Cursilhista, “Aprendiz de Cristão” (Eduardo Bonním)
Joaquim Mota, começou por se referir sucintamente ao livro, que deu nome ao tema proposto “Eduardo Bonnim – Um Aprendiz de Cristão”, uma “entrevista biográfica” sobre Eduardo Bonnim do jornalista mexicano Eduardo Suarez de Real Aguilera, radicado na Ilha de Maiorca, cuja edição em português é de novembro de 2006; A uma pergunta do jornalista a Eduardo Bonnim, se já tinha pensado como gostaria de morrer, Eduardo Bonnim responde: Em certa ocasião disse que, no meu epitáfio, gostaria que escrevessem: “Tentou ser cristão” e assim gostaria de morrer, tentando-o! Eu sempre o disse – “Sou um aprendiz de cristão”. E noutra ocasião Eduardo Bonním, referiu – á quarenta anos que ando aqui, porque sou um “Aprendiz de Cristão”.
Joaquim Mota, falou-nos em seguida da vivência no seu cursilho, referindo: - a novidade do meu cursilho de cristandade é que Deus se me revelou no diálogo e na amizade, introduzindo-me no diálogo da amizade com Jesus. Quando Jesus chamava amigos aos discípulos, não lhes falava como amigo, mas é seu amigo.
Á 25 anos atrás, no cursilho encontrei-me com Cristo, eu não O procurei, foi Ele que me procurou e passei a partir daí a olhar com outros olhos, a ver as mesmas coisas de Cristo.
A substância do Evangelho é pela amizade, eu tenho que me entregar a Cristo tal como sou. Hoje sou uma pessoa apaixonada por Jesus Cristo. Foi o Senhor que me escolheu para ser Seu discípulo e dirigente, não para fazer grandes coisas, mas para ser natural.
O apelo á vida com Jesus, raras vezes é uma ordem, Jesus nunca exige nada, deu-nos a liberdade de decidir e devemos interrogar-nos: - no meu dia-a-dia, o que faria Jesus no meu lugar! O importante é ser mais cristão que religioso, eu posso ser muito religioso e ser pouco cristão.
Jesus terá dito aos Apóstolos – Não fiquem aí parados a olhar para o Céu, ide para a rua, para o meio das pessoas e Eu estarei sempre convosco até ao fim dos tempos «aos cursilhistas diria hoje - ide para os vossos ambientes.
A minha participação e segurança não são as limitações que me são colocadas no meu caminho! Se a minha vida não mudou e os outros não notam a mudança, eu não posso ser testemunho. O meu caminho tem que ser um caminho de responsabilidade, e se um dia cairmos em desgraça, abeiremo-nos de Jesus – Como é doce ajoelhar em frente de um Crucifixo e de um Sacrário!
Estamos aqui cerca de 100 pessoas, numa segunda-feira, porque queremos ouvir Jesus, saber que Deus é amor; Eu tenho que ter coragem de «em qualquer situação» com o meu testemunho interpelar as outras pessoas sobre o meu amor de Jesus.
E o palestrante concluiu: Se não entenderam alguma coisa, pouco importa, porque o importante é ser Cristão e estarmos apaixonados por Cristo. Eu estou apaixonado por Jesus Cristo.
A concluir a sessão de escola, seguiu-se um tempo de ressonâncias pelos presentes, que tornou ainda mais rico o tema apresentado por Joaquim Mota, a quem a Presidente do Secretariado da Diocese de Viana do Castelo, Conceição Ponte, agradeceu a disponibilidade em se deslocar á Diocese de Viana do Castelo, para apresentar este tema de forma entusiasmada e cativante.
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