O Movimento Diocesano dos Cursilhos de Cristandade, realizou o 92º, cursilho de cristandade de homens da Diocese, que decorreu de 29 de abril a 02 de maio, no Centro Paulo VI em Darque. O encerramento, presidido por D. João Evangelista Lavrador, realizou-se no passado dia 02 de abril, às 21h00 no Auditório do Centro Paulo VI, onde se reuniram algumas centenas de Cursilhistas, oriundos dos vários Arciprestados da Diocese, num clima de alegria e partilha.
Estiveram presentes: a Presidente do Secretariado Diocesano, Conceição Ponte, Assistente Espiritual do MCC Padre Manuel José Torres Lima, Monsenhor Manuel José da Costa Azevedo Vilar, Diretor da Escola do MCC e membros do Secretariado Diocesano do MCC. A Equipa Sacerdotal, foi constituída pelo Padre, Eugénio Freitas da Silva, que foi o Diretor Espiritual do cursilho e pelos Padres: Manuel José Torres Lima e Moisés Duarte Rodrigues Correia.
A Equipa Dirigente foi constituída por 10 Dirigentes do MCC, sendo Reitor o Dirigente do MCC, Arménio Marques Araújo da Paróquia de Outeiro. A Fazer o cursilho estiveram 7 novos cursilhistas dos Arciprestados de Valença, Viana do Castelo, Vila Nova de Cerveira e Barcelos da Arquidiocese de Braga.
O Encerramento iniciou-se com a intervenção do Reitor do cursilho, que depois de agradecer a presença de todos, referiu ter sido um cursilho vivido com muito entusiasmo, com novos cursilhistas jovens e com uma excelente equipa de Dirigente e Sacerdotal; fez uma síntese da sua caminhada no Pós-cursilho e realçou que os novos foram poucos, mas foram extraordinários na entrega e vivência do cursilho, destacando igualmente a excelente colaboração recebida da Equipa Leiga e Sacerdotal.
Seguiram-se os testemunhos do novos sobre a vivência do três dias do cursilho, havendo a reter a referência á vivência de momentos marcantes no aprofundamento da fé, num clima de profunda amizade e partilha, sendo ainda realçada a importância de fazer uma paragem na vida agitada do dia-a-dia e o aprofundamento da fé, no conhecimento de Jesus Cristo, realçando o momento único e inexplicável da visita ao Sacrário, deixando bem vincada a disponibilidade para o serviço nas suas Paróquias e na comunidade em geral, no 4º. Dia.
No uso da palavra, o Director Espiritual do cursilho, Padre Eugénio Freitas da Silva, começou por se referir a mais este convite feito a si, ao Padre Torres Lima e Padre Moisés Correia, para trabalhar neste cursilho de cristandade, referindo ter sido gratificante o trabalho em equipa unida pelo mesmo ideal, Jesus Cristo, quantificou as intendências (mensagens) recebidas de toda a Diocese, Dioceses de Portugal, Secretariado Nacional do MCC e de vários países do mundo e referindo-se ao número dos novos cursilhistas, número «dos enviados citados» citado na 1ª. Leitura da missa deste domingo concluiu: não olhemos ao número, mas ao seu entusiasmo em seguir Jesus.
A presidente do Secretariado Diocesano, Conceição Ponte, agradeceu a presença do D. João e de todos e agradeceu ao nosso Bispo, D. João Lavrador a sua constante presença, que constitui sempre motivação para este Movimento de Evangelização.
Findas as intervenções seguiu-se a celebração da Eucaristia «vespertina» do VI domingo de Páscoa, presidida por D. João Lavrador e concelebrada pelo Padre Eugénio Freitas da Silva, Padre Torres Lima e Monsenhor Manuel Azevedo Vilar. Na homilia D. João, aludindo ao Evangelho começou por citar; a importância de ser discípulos de Jesus Cristo, reconhecendo-nos em comunidade! Aproximai-vos de Jesus Cristo; a Pedra viva, rejeitada, que se tornou pedra angular. Quem é este Jesus Cristo que Se tornou comunhão, pedra viva, pedra angular?
Se a tua vida está ligada a Jesus Cristo, atraído pelo amor de Jesus Cristo, a tua vida tem a condição de Mestre! Nós somos pedras vivas! À pergunta dos Apóstolos; não sabemos para onde vais como vamos saber o caminho? Jesus responde: Eu ou o Caminho, a Verdade e a Vida! o nosso Bispo refere: Nós não seguimos regras, não servimos leis, nós seguimos a pessoa de Jesus Cristo. Adora-se Jesus Cristo em Espírito e verdade. Estamos perante a realidade que pode dar vida á Igreja, se nós metermos Jesus Cristo na nossa vida.
Escolhidos sete homens, (Diáconos) os Apóstolos enviaram-nos e constituíram uma comunidade para o serviço.
Dirigindo-se aos novos cursilhistas D. João concluiu: Convido-vos a integrar-vos nas vossas comunidades (Paróquias). Temos que encontrar nas nossas comunidades os diáconos, leitores, catequistas, coralistas, ministros extraordinários da Comunhão, vários movimentos e Obras de apostolado, sentindo-se todos verdadeiramente integrados na comunidade.